1 de outubro |
Mais do que uma motivação para crescer |
| “Aprendemos que a dor pode ser um fator que motiva a recuperação.” |
| Texto Básico, p. 34 |
| Sempre que sentimos dor, pensamos: “Dor: quem precisa dela?” Não vemos nenhum bom motivo para a dor. Parece ser um exercício de sofrimento sem sentido. Se alguém nos fala em crescimento espiritual quando estamos sofrendo, na maioria das vezes reagimos com raiva e nos afastamos, pensando nunca ter encontrado uma pessoa tão insensível. Mas, e se os seres humanos não sentissem dor física nem emocional? Parece um mundo ideal? Não é bem assim. Se não fôssemos capazes de sentir dor física, não saberíamos quando piscar para tirar um cisco do olho quando parar com os exercícios físicos; e nem mesmo quando for necessário virar o corpo quando dormimos. Simplesmente abusaríamos de nós mesmos por falta de um sistema natural de alerta. Com a dor emocional, é o mesmo. Como saberíamos que nossas vidas haviam se tornado incontroláveis se não tivéssemos sentido dor? Da mesma maneira que a dor física, a dor emocional nos permite reconhecer quando parar de fazer algo que machuca. Mas a dor não é apenas um fator de motivação. A dor emocional proporciona uma base de comparação quando estamos felizes. Não poderíamos apreciar a alegria sem conhecer a dor. |
| Só por hoje: vou aceitar a dor como uma parte necessária da vida. Sei que, da mesma maneira que posso sentir dor, também posso sentir alegria. |
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