28 de junho |
Consciência de grupo |
| “Trabalhar com os outros é apenas o começo do serviço.” |
| Texto Básico, p. 66 |
| O serviço requer uma dedicação desinteressada para que a mensagem possa ser levada ao adicto que ainda sofre. Mas nossa atitude no serviço não pode parar por aí. O serviço também nos leva a analisar nossas vidas e motivações. Nossa decisão de prestar serviço nos deixa em evidência na irmandade. Em NA é muito fácil nos tornamos “um peixão em um laguinho”. Nossa atitude controladora pode facilmente afastar o recém-chegado. A consciência de grupo é um dos princípios mais importantes do serviço. É extremamente importante lembrar que a consciência de grupo é o que conta, e não nossos desejos e crenças individuais. Emprestamos nossas reflexões e crenças para o desenvolvimento da consciência de grupo. Quando essa consciência surge, aceitamos sua orientação. O segredo é trabalhar com os outros, e não contra eles. Se nos lembrarmos de que lutamos juntos para desenvolver uma consciência coletiva, veremos que todos os lados têm o mesmo mérito. Quando as discussões estiverem encerradas, todos os lados estarão juntos para transmitir uma mensagem unificada. Geralmente, é tentador achar que sabemos o que é melhor para o grupo. Se nos lembrarmos de que o importante não é fazer prevalecer nossa própria opinião, então é fácil permitir que o serviço seja o veículo que deve ser: um meio de levar a mensagem ao adicto que ainda sofre. |
| Só por hoje: farei parte do desenvolvimento da consciência de grupo. Vou me lembrar de que o mundo não acaba só porque as coisas não são do jeito que quero. Considerarei nosso propósito primordial em todos os meus esforços de serviço. Vou me aproximar do recém-chegado. |
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