8 de agosto |
Recuperação responsável |
| “(...) aceitamos a responsabilidade por nossos problemas, e vemos que somos igualmente responsáveis pelas nossas soluções.” |
| Texto Básico, p. 107 |
| Alguns de nós, bastante acostumados a deixar nossas responsabilidades nas mãos dos outros, podemos tentar manter o mesmo comportamento em recuperação. Rapidamente descobrimos que isso não funciona. Por exemplo, se estamos considerando fazer uma mudança em nossas vidas, ligamos para o nosso padrinho, ou madrinha, e perguntamos o que devemos fazer. Sob o pretexto de buscar orientação, estamos, na verdade, pedindo a ele ou ela que assuma a responsabilidade de tomar decisões a respeito de nossas vidas. Ou talvez tenhamos sido grosseiros com alguém em uma reunião, e então, pedimos ao seu melhor amigo que se desculpe por nós. Talvez tenhamos exigido de um amigo, várias vezes no último mês, que cobrisse um de nossos compromissos de serviço. Será que pedimos a um amigo que analisasse o nosso comportamento e identificasse as nossas imperfeições, em vez de fazermos o nosso próprio inventário pessoal? A recuperação é algo que só conseguimos com trabalho. Não virá até nós em uma bandeja de prata, e nem podemos esperar que nossos amigos, ou nosso padrinho ou madrinha sejam responsáveis pelo trabalho que precisamos fazer. Nós nos recuperamos tomando as nossas próprias decisões, prestando o nosso serviço e praticando os passos. Quando tomamos essa iniciativa, recebemos as recompensas. |
| Só por hoje: aceito a responsabilidade pela minha vida e pela minha recuperação. |
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