14 de agosto |
Abrindo mão de nossas limitações |
| “Não temos que nos acomodar às limitações do passado. Podemos examinar e reexaminar as nossas velhas ideias.” |
| Texto Básico, p. 12 |
| A maioria de nós chega ao Programa com uma quantidade enorme de limitações impostas por nós mesmos, que nos impedem de realizar plenamente o nosso potencial. Limitações que inibem as nossas tentativas de encontrar os valores que existem bem no âmago do nosso ser. Colocamos limitações em nossa habilidade de sermos verdadeiros conosco, limitações para a nossa habilidade de funcionar em nosso trabalho, limitações para os riscos que estamos prontos a correr — a lista parece interminável. Se os nossos pais ou professores nos disseram que nós nunca iríamos dar certo, e se acreditamos neles, é bem provável que não tenhamos conseguido muita coisa. Se nosso meio social nos ensinou que não deveríamos lutar por nossos próprios direitos, nós não lutamos, mesmo se tudo dentro de nós gritava para que o fizéssemos. Em Narcóticos Anônimos, nos é dado um processo pelo qual podemos reconhecer estas falsas limitações como elas são na realidade. Através do nosso Quarto Passo, descobriremos que não queremos manter todas as regras que nos foram ensinadas. Não precisamos ser vítimas das nossas experiências passadas pelo resto de nossas vidas. Estamos livres para descartar as ideias que inibem o nosso crescimento. Somos capazes de aumentar as nossas fronteiras para incluir novas ideias e novas experiências. Estamos livres para rir, chorar e, acima de tudo, desfrutar da nossa recuperação. |
| Só por hoje: vou abrir mão das limitações que eu mesmo me impus e vou abrir minha mente para novas ideias. |
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