15 de junho |
Resistindo às mudanças |
| “Muitos de nós se apegam aos seus medos, dúvidas, autoaversão ou ódio porque há uma certa segurança distorcida na dor que nos é familiar. Parece mais seguro abraçar o que conhecemos do que abrir mão pelo desconhecido.” |
| Texto Básico, p. 38 |
| Sempre ouvimos dizer que, “quando a dor de permanecer no mesmo lugar for maior do que a dor da mudança, nós mudamos”. Nossos medos podem nos impedir de crescer, temendo acabar com relacionamentos, mudar de carreira, frequentar novas reuniões, começar novas amizades ou tentar qualquer coisa fora do comum. Mantemos situações que não funcionam muito além do necessário, simplesmente porque o que é familiar nos faz sentir mais seguros do que tentar o desconhecido. Qualquer mudança requer que superemos o medo. “E se eu ficar sozinho para sempre?” – podemos pensar, se cogitamos deixar nosso companheiro ou companheira. “E se eu descobrir que sou incompetente?” – podemos imaginar ao considerar uma mudança de carreira. Podemos evitar frequentar novas reuniões porque teremos de nos aproximar dos outros. Nossas mentes criam centenas de desculpas para continuarmos exatamente onde estamos, com medo de tentar algo novo. Descobrimos que a maior parte da nossa dor não vem da mudança, mas da nossaresistênciaa ela. Em NA, aprendemos que mudar é o que nos faz avançar em nossas vidas. Novos amigos, novos relacionamentos, novos interesses e desafios vão substituir os velhos. Com essas coisas novas em nossas vidas, encontramos novos prazeres e amores. |
| Só por hoje: vou abandonar o velho, abraçarei o novo e crescerei. |
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