28 de julho |
Segredos e intimidade |
| “Temíamos que se, alguma vez, revelássemos como éramos de fato, certamente seríamos rejeitados.” |
| Texto Básico, p. 36 |
| Ter relacionamentos sem barreiras, em que podemos ser totalmente abertos sobre nossos sentimentos, é algo que muitos de nós desejam. Ao mesmo tempo, a possibilidade de uma intimidade assim nos causa mais medo do que qualquer outra situação da vida. Se examinarmos o que nos amedronta, geralmente descobriremos que estamos tentando esconder algum aspecto de nossas personalidades do qual nos envergonhamos, um aspecto que, às vezes, ainda não admitimos nem a nós mesmos. Não queremos que os outros saibam de nossas inseguranças, de nossa dor ou de nossas necessidades; então, simplesmente nos recusamos a mostrá-las. Podemos achar que, se ninguém souber das nossas imperfeições, elas deixam de existir. Esse é o ponto até onde vão os nossos relacionamentos. Qualquer um que entrar em nossas vidas não ultrapassará o ponto onde começam os nossos segredos. Para manter a intimidade em um relacionamento, é essencial que tomemos conhecimento dos nossos defeitos e que os aceitemos. Quando fazemos isso, a fortaleza da negação, erguida para manter essas coisas escondidas, desmoronará, nos permitindo construir relacionamentos com outras pessoas. |
| Só por hoje: tenho oportunidades de partilhar o que está dentro de mim. Vou aproveitar essas oportunidades e me aproximar daqueles que amo. |
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